agosto 12, 2008
My Life as a Dog

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Na década de 80 eu vi um filme chamado Minha Vida de Cachorro e era sobre um menino que era mandado pelos pais para a casa de parentes e teve que viver com eles por um tempo. Ele aprontava várias e sentia saudades de casa, mas sempre pensava que a situação poderia ser pior, pois se lembrava da história da cadela Laika que foi enviada para o espaço e que nunca retornou.

No filme não aparece cachorro algum, hora alguma. Mas o título sempre me encantou e hoje, vivendo cercado de dois caninos adoráveis e tendo que me adaptar à novidade de ter um novo filhote e todas as implicações que adotar um outro cão traz, tenho pensando muito nisso, na "vida de cachorro". Alguns são muito bem tratados e vivem longos e felizes anos. Outros, talvez a maioria, infelizmente, sofrem o diabo.

Esse assunto têm me consumido. Tanto que até aqui eu quero falar sobre isso. Pra relaxar vou deitar no sofá com meus peludos e ver 101 Dálmatas.

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julho 24, 2008
Deadly Surprised

O Cinefilia passou por maravilhosas e "intensas" mudanças internas que talvez não sejam visíveis para os leitores, mas para mim e para a Fer são muito importantes e que trarão facilidades e segurança para nós que fazemos os posts.

Como eu não sou muito "sabido" em termos de construção de blog, html, tags e outras coisas do tipo, tenho andando com preguiça e um pouco de "medo" de escrever aqui. Claro que tem também o meu dia-a-dia de trabalho estafante que acaba me afastando das coisas que me dão mais prazer. E uma delas é escrever sobre cinema.

Enfim, há cinco minutos atrás eu fui SACUDIDO da minha inércia, distante do Cinefilia, quando o porteiro ligou aqui para dizer que tinha uma encomenda para mim. Fiquei curioso, achando que era algum engano pois não estava aguardando coisa alguma.

Abri o pacote da Livraria Cultura pensando, "será que cheguei ao ponto de comprar alguma coisa e nem lembrar que ainda não havia recebido o DVD ou o livro?" Quando vi o embrulho para presente com um cartão, vi QUEM havia me mandando a encomenda e percebi, completamente surpreso e encabulado, que havia ganho um presente de uma pessoa muuuuuito gentil, carinhosa e fã número 1 do Cinefilia! O presente? O DVD do badalado, cultuado e tão ansiosamente por mim esperado, Dead Man, com direção e roteiro de Jim Jarmusch e estrelado pelo adorado Johnny Depp!

Não me lembro da última vez que fui tão positivamente surpreendido por um presente, assim, sem data marcada, sem ocasião especial, nem nada. Me sinto extremamente lisonjeado quando alguém se dá ao trabalho de "prestar atenção" a um comentário meu sobre algo que me interessa e fazer uma surpresa tão agradável. Fiquei até emocionado. :^)

Vou deixar para assistir o filme amanhã. Mas não podia deixar de fazer um agradecimento público, imediatamente, e dizer, "Darling (Pisc***), você me arrebatou! Thank you, thank you, thank you!!!"

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julho 11, 2008
Platinum Blonde

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Platinum Blonde, dirigido pelo Frank Capra em 1931 é um daqueles filmes para se ver, rever e rever, e quando rever prestar uma atenção especial aos diálogos, que é praticamente o que faz este filme tão especial.

A história é basicona—Stew Smith [Robert Williams] é um cara bonachão, repórter de um jornal enviado à casa dos Schuylers, uns ricaços cujo filho se meteu num escândalo com uma corista de boate. Lá Smith conhece a loiraça Anne Schuyler [Jean Harlow]. Os dois, repórter pobretão e socialite mimada, se casam e daí vem o esperado choque de classes, de ideais, de atitudes. Enquanto isso, a colega de trabalho de Smith, Gallagher [Loretta Young], chora lagrimotas de ciúmes enquanto se finge de durona na frente do amigo, por quem é apaixonada.

Loretta Young com apenas 18 anos nesse filme, nos encanta com uma beleza impressionante. Já Jean Harlow é sempre a mesma coisa, a loiraça belzebu que mesmo no papel de uma figurete da alta sociedade deixa sempre vazar aquela imagem de vagaba de cabaré de quinta classe.

O destaque do filme é o charmoso ator Robert Williams, que faz o falador Stew Smith, por quem qualquer uma se apaixonaria, apesar dele não ter realmente um tipo de galã. Williams tem um carisma e rouba o filme com suas mil e uma tiradas, sempre atreladas à diálogos engenhosos e divertidos.

Numa cena de William e Harlow, em que ela quer obrigá-lo a usar um acessório para manter as meias esticadas, um tipo de mini suspensório para as canelas chamado garter, os dois iniciam um dueto, ele cantando que não vai não usar aquele troço, e ela replicando desafinada que sim, sim, sim, ele iria usar os garters, e ele acaba na redação do jornal sendo ridicularizado pelos colegas, que não usam, nem nunca vão usar aquela ridiculice elitista.

Assistindo à Platinum Blonde fiquei me perguntando como foi que nunca tinha visto nem ouvido falar nesse ator, que tinha tudo para ser um astro da mesma constelação de Clark Gable. O que foi que aconteceu que ele não virou um estrondoso sucesso? Pois descobri que ele morreu, aos 34 anos, em decorrência de um apêndice supurado quatro dias depois do lançamento do filme. Ele foi uma estrela abortada, infelizmente para ele e, principalmente, para nós.

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julho 10, 2008
Loretta Young

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junho 25, 2008
Musicais, um gênero subestimado

O nosso querido amigo Demas nos convocou para um desafio— listar os cinco filmes mais subestimados em nossa opinião. O Moa já publicou sua fabulosa e refinada lista com filmes que ele escolheu a dedo e que argumentou serem realmente desprezados, por este ou aquele motivo. Eu já tenho uma dificuldade imensa de escolher coisas, fazer lista e atribuo essa situação estorvante ao signo que rege o meu sol. Sei lá, mil coisas, simplesmente não consigo!

Mas quero deixar meu palpite sobre esse tema que o Demas lançou. Pode não ser cinco filmes subestimados, mas um gênero subestimado. Quero escrever sobre os musicais, e de como eu me choco com o fato de que muita gente os considera inferior a outros gêneros, porque eles não têm ação dramática e os atores não precisam gastar lagrimotas produzidas por suco de cebola, nem torcer a cara ou se aprofundar em gestos dramáticos. Tudo o que se pede dos participantes de um musical é que eles sejam bem apanhados, estejam sempre com a dentadura brilhante e sorridente, e saibam dançar e cantar—e se não souberem, aprende-se rápido, uns passos básicos aqui, umas notas cantarolantes dali, arruma-se um jeito, nem que seja um dublê. Mas como o Richard Gere já provou em Chicago, dançar e cantar num musical é possível sim!

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Pra mim, os musicais são especiais. Já ouvi muita gente desdenhar desse gênero, até dizendo que odeia os musicais. Assim como também está cheio de gente por ai que não assiste à filmes velhos, que pode ser qualquer coisa de mil novecentos e noventa e nove pra baixo, há os que evitam os musicais. Este não é o meu caso, pois sou uma aficcionada por musicais antigos. Adoro todos os filmes cantantes e dançantes da década de trinta, aqueles coreografados e dirigidos pelo Busby Berkeley, qualquer um com o Fred Astaire, com ou sem a Ginger Rogers, entre mil e outros atores e atrizes que dançaram e cantaram. Joan Crawford está simplesmente adorável em Dancing Lady, sapateando e cantando para o show do irritadinho Clark Gable. Acho que todo ator ou atriz passou por uma experiência de cantar e dançar, até o celebrado Marlon Brando. As tramas dos musicais beiram à imbecilidade, muitas das histórias não têm pé nem cabeça, mas quem é que se importa? Queremos ver os fabulosos números musicais, no palco giratório, em cima do piano, dentro da água. Aliás outro dia estava vendo o musical The Kid from Spain de 1932, com o Eddie Cantor, um comediante muito interessante e famoso na época. O filme tem coreografia do Berkeley e começa com as bailarinas acordando num dormitório e transformando a camisola sexy num traje de banho. Elas dançam, dançam, tralálá pra cá, tralálá pra lá e de repente, tchigum, mergulham numa piscina cinematográfica. Eu pisquei e perguntei pra mim mesma—elas mergulharam na água vestindo sapato de salto??? Sim, logo nos primeiros pulos dos dancetês aquáticos pude ver, as bailarinas nadando e dançando dentro da piscina, vestindo sapatos de salto!

Embora subestimados, os musicais são a epítome da diversão. E quem diz que não gosta deles só pode ser ruim da cabeça ou doente do pé.

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junho 24, 2008
Jason Robards
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Eu nunca tinha visto uma foto do Jason Robards assim tão jovenzinho e devo confessar que achei o rapazola um verdadeiro pitéu! U-la-lah...

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junho 16, 2008
no tubo
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Fui fazer um exame chamado Magnetic Resonance Imaging [MRI], quando fui colocada inteira dentro de uma máquina que é um tubão estreito e fechado. Quando entrei, de olhos abertos, e vi o teto do tubo encostado na minha cara, pirei! Minha respiração acelerou de uma maneira descontrolada e eu me senti desesperada. Queria mesmo era sair dali, mas tinha que fazer o tal exame. Fechei os olhos e comecei a cantar mentalmente uma musica do Creedence Clearwater Revival, tentando me imaginar dançando de braços abertos num campo cheio de flores. Consegui ficar dentro da máquina por mais de trinta minutos, sem apertar o botão de pânico e terminei o exame sem dar bafão. Mas além de cantar e dançar mentalmente para controlar meus nervos, também passei cenas de um filme na tela do meu cinema particular. Enfiada dentro daquele estreito tubo, lembrei imediatamente do Craig Wasson dentro de um caixão, vestido de vampiro, tendo um ataque de claustrofobia nas cenas iniciais de Body Double do Brian de Palma. Fui relembrando muitas cenas e agora quero muito rever esse filme.

Em Body Double o herói é claustrofóbico. E em Vertigo de Hitchocok, o filme inspiração de De Palma, o herói tem vertigo. Eu não sou heroína de nada, nem de filme nenhum, mas pelo jeito tenho duas coisas em comum com os personagens de Craig Wasson e James Stewart. Oh, well....

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junho 07, 2008
Place Vendôme subestimada

Quando recebi a "incumbência" do amigo blogueiro Demas de listar os cinco filmes mais subestimados em minha opinião, fiquei com uma pulga atrás da orelha: o que seriam filmes subestimados? Filmes que eu gosto e que a crítica não gosta? Ou filmes que eu gosto e poucas pessoas apreciam? E como saber se esses filmes são pouco apreciados ou não? Fizeram sucesso, ganharam prêmios, venderam bastante? Difícil responder isso tudo.

Aí pensei em um dos meus filmes prediletos, que sempre foi taxado como "menor", mas que de uns anos pra cá, finalmente, foi reconhecido e é bastante admirado por críticos e pelo público em geral. Estou falando aqui de Marnie, do Hitchcock, filme já bastante citado no Cinefilia. E já que ele foi "resgatado" nos últimos tempos, resolvi deixá-lo fora da lista.

Demorei para chegar a uma lista de cinco e o filme sobre o qual eu mais queria escrever estava um bocado distante da minha memória. Esperei uma amiga ir a Paris e trazer de lá o DVD para mim. Place Vendôme, dirigido por Nicole Garcia em 1997 e estrelado pela magnífica Catherine Deneuve, é o filme mais subestimado das últimas décadas, na minha humilde opinião.

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A história gira em torno do mundo das jóias, seus artesãos, vendedores, compradores e ladrões. A Place Vendôme do título é um dos lugares mais chiques de Paris onde ficam o Hotel Ritz, a Maison Chanel e também Cartier e várias outras joalherias famosas. As vitrines são enfeitadas com belíssimos diamantes e pedras preciosas e o filme é uma viagem por trás dessas vitrines.

Deneuve faz o papel de uma mulher casada com um poderoso joalheiro que, através de sua morte, tira a viúva de um estupor alcóolico e melancólico de anos. Ela tentava afogar na bebida as memórias de uma grande traição no seu passado e voltar à ativa através de diamantes roubados (que o marido deixa para ela), a faz retomar o caminho perdido. O filme não tem final triste nem feliz. É bastante realista e, como todo bom filme europeu, a gente fica com gosto de quero mais, pensando naqueles personagens por horas, após o final do filme.

Nunca vi Catherine Deneuve tão vulnerável e forte ao mesmo tempo. As rugas a deixaram menos distante, eu acho. Seus gestos não parecem ser estudados e sim sentidos de fato. É de se estranhar que ela não tenha sido indicada para mais prêmios, embora tenha recebido o prêmio de interpretação feminina no Festival de Veneza de 1998.

Mais uma razão para esse filme ser considerado subestimado: a edição nacional em DVD já se esgotou há muito tempo e não se encontra mais em lugar algum. Tive que comprá-lo na França. Felizmente tem legendas em português (de Portugal...) pois meu francês não tá com essa bola toda.

Por que um filme tão bom como esse não é mais valorizado, divulgado, apreciado e visto? Talvez por não ser muito "fácil". Não é entretenimento. Não é de leitura fácil, onde todos os detalhes são explicados e o final não é amarradinho, como na maioria dos filmes de mais sucesso. Mas para mim o bom cinema é o que nos emociona, nos faz pensar, nos instiga a criar e nos ajuda, de alguma forma, a transformar nosso cotidiano. No caso de Place Vendôme é uma lição a ser estudada, atos passados que nos assombram e as oportunidades que temos de revivê-los ou superá-los.

Na minha lista de grandes filmes subestimados, cito cinco títulos:

1. Breakfast on Pluto (Café da manhã em Plutão), do Neil Jordan, com Cillian Murphy num desempenho inacreditável e tocante;
2. The Dreamers, o filme do Bertolucci sobre três jovens em Paris em 1968 que deveria ser o filme predileto de todo mundo de tão DELICIOSO que é e a maioria das pessoas torce o nariz pra ele (não é, Fer???);
3. The French Lieutenant's Woman, a MELHOR atuação de Meryl Streep, ao lado do também perfeito Jeremy Irons. Um filme esquecido sobre o qual ninguém mais fala, mas que nunca sai da minha lembrança;
4. The Portrait of a Lady. Acho que TODOS os filmes da Jane Campion são subestimados. Mas esse eu vi há pouco tempo e ainda me assombra.
5. Sweet Bird of Youth. Das peças de Tennessee Williams essa é uma das menos badaladas, mas acho que é a minha predileta. E a versão de 1962, embora censurada e "mutilada" tem Geraldine Page ARRASANDO e Paul Newman no auge do charme e magnetismo. É ver pra crer. Mas o DVD também não se acha por aqui, só nos Estados Unidos...

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junho 04, 2008
fish, chips & love
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Essa primeira versão de Waterloo Bridge é a minha favorita. No dramalhão da segunda versão de 1940, tudo é muito esterilizado e embelezado. Os protagonistas Vivien Leigh e Robert Taylor são lindos, arrumadinhos e limpinhos com cara de superstar. Se alguém for um pouquinho avoado, capaz de nem perceber que a boneca de porcelana Vivien Leigh cai na vida, isto é, se prostitui, quando pensa que o engomadinho Robert Taylor passou desta para melhor.

No Waterloo Bridge de 1931 todas as cartas são colocadas com franqueza na mesa, a realidade é nua e crua, sem firulas, sem cortina de fumaça ou idéias subjetivas. A personagem de Mae Clarke é pobre, se prostitui quando não está trabalhando como corista, é amarfanhada e suja e está faminta. O jovem soldado ingênuo, Douglass Montgomery, conhece a mocinha durante um bombardeio. Eles vão para o apartamento dela, que é um muquifo. Ela não tem nem uma moeda para colocar na máquina de gás e acender o fogão e ele oferece, não só a moeda, como também de buscar comida. Na Londres bombardeada durante a Primeira Grande Guerra, o "take out" era peixe frito e batata frita embrulhados em folhas de jornal. Ele traz o rango, ela arruma a mesa, colocam o peixe e as batatas numa travessa, ela faz um chá, ele traz também um filão de pão, que corta enquanto conversa com ela. É uma cena longa, ela dividida entre o encantamento pelo soldado e a prevenção natural de quem tem uma vida dura nas ruas. Eles comem, ela mastiga de boca aberta. Ele é muito singelo e fofo e se oferece para pagar o aluguel atrasado dela e comprar um vestido que ela queria. Ela se ofende. Assim nasce um romance, que só quem assistir ao filme vai poder saber como vai terminar.

* Bette Davis também dá as caras nesse filme, numa reles ponta. Nada com um dia depois do outro, hein?

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maio 30, 2008
6 ANOS DE CINEFILIA!

Dia 26 de maio deste ano o Cinefilia completou 6 anos de existência!

Quando eu e a Fer tivemos essa idéia de compartilharmos um blog sobre cinema, não pensávamos que persistiríamos por tanto tempo. Hoje, muitos Polanskis, Hitchcocks, McQueens, Bettes, Meryls, Novaks, TCMs, DVDs, Oscars e afins afora, cá estamos nós, firmes e fortes, apesar dos poucos leitores que temos. O importante para nós é escrever quando estamos com vontade, sem cobranças e sem obrigações. Escrevemos por paixão ao cinema, do jeito que foi quando começamos. E essa paixão só tende a aumentar, pois continuamos cinéfilos vorazes, com nossas predileções estampadas e respeitadas.

Que venham os próximos 6 anos! Tim-tim!!


Clique e amplie - uma amostra do que passou e passa por aqui:

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maio 22, 2008
Robert Montgomery
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Tenho uma simpatia imensa por esse ator. Acho ele um talento singelo, não sendo realmente um galã, ele fez todo tipo de papel—o amante sedutor, o melhor amigo bonachão,o vilão amedrontador e detetives espertos, mas pra mim ele se destacou nas comédias, como a deliciosa Mr. & Mrs. Smith. Gosto dele porque ele tem um carisma de pessoa engraçada e um jeito simpático, e se olhar bem, ele é até um pouco bonito e um bocado garboso. E além do mais ele é o pai da querida Elizabeth Montgomery, que encantou a minha infância com as mágicas da Feiticeira.

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