The Dangerous Lives of Altar Boys

Chris Fuhrman escreveu o livro e morreu de câncer, aos 30 anos, antes que ele fosse publicado. Quando The Dangerous Lives of Altar Boys foi lançado, a atriz Jodie Foster leu o livro e ficou tão entusiasmada com a estória que resolveu transforma-la em filme. Sua produtora – Egg Pictures – bancou e ela resolveu que também iria atuar no filme. E escolheu o papel da freira da perna de pau, irmã Assumpta.
Na cidade de Savannah [Georgia], em 1974 os amigos Tim [Kieran Culkin – um dos irmãos do Macaulay] e Francis [Emile Hirsch] freqüentam o ginásio de uma escola católica, onde auxiliam como coroinhas o padre Casey [Vincent D’Onofrio ] e aturam as rezas e aulas chatas da irmã Assumpta [Jodie Foster]. Eles andam pela cidade de bicicleta, falam bobagens, bebem cerveja e fumam, um deles arruma uma namoradinha [Jena Malone] e juntos desenham um livro de super heróis – chamado Atomic Trinity [ onde Tim, Francis e mais dois amigos são os personagens]. Com os desenhos, os meninos reagem à monotonia e disciplina da escola católica. A freira da perna de pau [Foster] dirigindo a sua motocicleta torna-se a arqui-inimiga dos quatro super heróis. Os desenhos do livro dos meninos são de Thomas Fleming e o desenho animado é dirigido por Todd McFarlane[ de Spawn].
The Dangerous Lives of Altar Boys é o longa metragem de estréia do diretor Peter Care [que antes dirigia vídeo clips] e lembra um pouco o filme da Sofia Coppola, The Virgin Suicides. A diferença é que Altar Boys é todo intercalado com desenhos dos heróis – que combatem a freira maligna e ajudam a heroína Sorcerella. Os meninos poderiam ter saido de qualquer filme dos anos 70, Jodie Foster me fez lembrar as freiras do meu colégio católico [que sabiam ser malvadas, apesar das caras de pingüin-angelicais], e Vicente D’Onofrio está impagável no papel do padre treinador, blasé, fumante e meio de saco cheio.