Rudolph Valentino – A long-lost film of the silent-movie legend has been uncovered. Confirming it’s in black & white and has no car chases or special effects, film historians put it back where they found it.
Poor Porn – Production has shut down in California due to an HIV scare. All the actors will be forced to go back to doing Shakespeare and Molière just for the money.
Harvey Weinstein – He’s been honored by Queen Elizabeth for all he’s done for Britain. But specially for not living there.
Man on Fire – Denzel Washington chases down the kidnappers of a little girl he was supposed to be protecting. Originally called “The Man Who Should Have Been Fired”.
[* Hot Sheet by Jim Mullen]

7 thoughts on “Língua ferina

  1. Obrigada por ajudar a manter viva a memória deste que foi um excelente pai e artista.
    Antonio de Teffé deixou três filhos: Manoel, Luis e Chiara.

  2. se for possivel, mandem para o endereço: rua guaraciaba do norte, 2466 panatis I bairro:potengi cep 59108-100 Natal/RN.

  3. gostaria muito de adquirir os filmes: i morti non si tantano e Garringo, com o nosso Antonio luis de teffé, o Anthony steffen do cinema.

  4. Antônio de Teffè (1932-2004)
    Rio de Janeiro – Morreu na madrugada de sábado, por complicações decorrentes de um câncer, aos 73 anos, o Barão Antônio Luiz de Teffè, filho de Manoel, referência da diplomacia brasileira no mundo. A família de Teffè foi conhecida pelas glórias de seus descendentes, seja do oficial da marinha e herói da Batalha Naval do Riachuelo, o Almirante Antônio Luiz Von Hoonholtz, o primeiro Barão de Teffè (título recebido em 1873); das inúmeras vitórias do embaixador e também piloto de fórmula 1 Manoel, ou pela ex-primeira dama e grande caricaturista Nair de Teffè, casada com o Marechal Hermes da Fonseca; ou da trágica história de Dana de Teffè, vítima do terrível e até hoje não solucionado crime que abalou as páginas policiais da década de 50, um dos maiores símbolos de impunidade e desrespeito à justiça brasileira. Antônio nasceu em 21 de julho de 1930, em Roma, na embaixada brasileira, de onde explica-se sua dupla nacionalidade, mas sua fama não veio da política ou esporte, mas sim do cinema, onde assinava como Anthony Steffen, um dos maiores símbolos do faroeste italiano (o western spaghetti), com quantidade de filmes superiores aos de contemporâneos como Franco Nero e Giuliano Gemma. Steffen atravessou bravamente a Segunda Guerra Mundial, e começou no cinema como boy de set de Vittorio de Sica, seu diretor predileto, em Ladrões de Bicicleta, e logo tornou-se astro com seu primeiro filme como ator: Os Revoltosos, 1955, de Francesco Maselli. Os trabalhos então não pararam mais, principalmente em filmes de apelo popular tal como comédias com Franco e Ciccio, filmes épicos de Maciste, e até mesmo na mega produção norte-americana de Robert Aldrich, Sodoma e Gomorra, mas foi com os faroestes que seu nome se tornou conhecido, a partir da segunda metade dos anos 60, vivendo personagens que embalaram muitas juventudes como Django, Sartana e Ringo. Anthony Steffen, além de ator, foi talentoso roteirista e diretor, tendo um de seus melhores filmes, Django, o Bastardo, 1969, mescla de horror e faroeste, copiado, inferiormente, por Clint Eastwood em 1972, no filme O Estranho Sem Nome. Steffen ainda encontrou igual sucesso em filmes policiais, gialli e de horror, tendo cruzado caminho com toda a nata do cinema europeu como Fellini, Sergio Leone, Roger Vadim, Sophia Loren, Carlo Ponti, Antonio Margheriti, Ricardo Fredda, Mario Bava, Lucio Fulci, de Sica e muitos outros. Homem culto e bonito, de grande elegância e educação, vivia no jet-set internacional até estabelecer residência no Brasil, que visitava freqüentemente e nutria muito carinho, no início dos anos 80. Há pouco menos de dois anos lutava contra o câncer, chegando a ter algumas vitórias, mas a doença voltou com força total. Django estava em um desfiladeiro, e, sacando mais rápido, acertou o inimigo, que caiu morto no chão. Acontece que ele não havia morrido, e quando Django se virou, o cruel vilão o atacou pelas costas, e assim perdemos um ícone, e acima de tudo, uma pessoa maravilhosa. Antônio de Teffè deixa uma viúva, Cristina, no Brasil, e dois filhos em Roma, Luís e Manoel, de um primeiro casamento. O enterro ocorreu na segunda-feira, no cemitério são João Batista. Vai-se o homem, mas ficam os filmes, além da memória e saudades de uma grande ser humano.

  5. lingua ferina também tem o antonio de teffé, que está na capa do segundo caderno do globo, numa matéria do xexeo. ele era uma estrela do western sapghetti, e manda fofocas sobre os atores e diretores italianos da época…

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