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O maior mito do cinema, pensei nisso hoje, não é Bette Davis, nem James Dean ou muito menos Marilyn Monroe. “Mito” para mim tem uma conotação de “mistério”, de algo inatingível. Seguindo esse pensamento, ninguém seria melhor para o título de maior mito do cinema de todos os tempos que Greta Garbo. Beleza não lhe faltava. Presença, magnetismo e talento muito menos. Vi poucos filmes com ela, mas sua imagem não se apaga. Nunca vi um DVD de seus filmes nem VHS em locadoras ou lojas. Talvez até exista (eu que nunca procurei, é verdade), mas não é como outros filmes com os quais a gente “tropeça” toda hora.
Nasceu na Suécia e morreu em Nova York, aos 85 anos. Greta Garbo fez seu último filme aos 36 anos e nunca mais quis saber de cinema ou de aparecer em público. Sua fala mais famosa foi, “I want to be alone.” Mistério puro. Mito total.
Seus filmes mais famosos são:
Ninotchka (1939)
Camille (1936)
Anna Karenina (1935)
Queen Christina (1933)
Grand Hotel (1932)
Mata Hari (1931)

5 thoughts on “O MITO

  1. Que é que eu posso dizer:-))))
    Hohoho, sei que não vai adiantar, minha opinião nao vai pesar:-) Porém, my dearest Mr. Moa, mitos são vários e todos são maiores, não atingiriam esta condição se não o fossem.
    O maior mito do cinema é sem dúvida alguma Marilyn Monroe:-))
    Mas, greta Garbo – e aí eu pego o que a Fer comentou e lembro de marlene Dietrich – não saiu à francesa, ENVELHECEU SIM diante de todo mundo e barbarizou até o fim de seus dias: Nunca perdeu a dignidade, a beleza, o sex appeal etc.
    O maior mistério pode até ser Greta Garbo e aí lembrei do filme com a sua querida Meryl Streep, viu Moa;
    A morte lhe cai bem hohoho… Tem uma line da Isabella Rossellini, que depois de dar o filtro mágico para Meryl adverte-a que após 10 anos, ela deve se retirar hahahaha.
    Aí chego aqui e vejo isso!
    Isso é que é sincronicidade!
    Mas, me diga uma coisa: será que eu já falei de Marilyn Monroe:-)))
    Agora, a pergunta que não quer calar:-))
    É amesma do Hugo Leonardo!
    Mande bala, querida fer.
    Beijos aos dois.
    Meglyn

  2. Ainda tenho uma porrada de filmes para assistir no meu DVR. É que durante aquele projeto estressante de tradução judicial, eu tive que gravar tudo que aparecia de interessante naquele aparelhinho conversor da Dish Network. Agora estou assistindo aos poucos… O próximo da lista é justamente Ninotchka. Mas também acabei de rever “Little Foxes” e posso afirmar com toda a convicção que continuo apaixonada pela Bette Davis. Ela e a Myrna Loy são as minhas favoritas em preto e branco.
    Falando em “Little Foxes”, domingo (2 de maio) eu vou publicar uma resenhazinha sobre o filme lá no meu Caderno Dourado. É que durante o filme todo eu fiquei pensando quem poderia interpretar que papel caso um remake fosse realizado. É, eu tenho essa mania, mesmo sabendo que remakes de certos filmes como esse nunca poderiam superar o original. Então, se você e a Fer tiverem com um tempinho livre no fim de semana, entrem lá para deixar um comentário. A opinião de vocês dois especialistas pesa pra caramba e eu adoraria saber do que vocês discordam.
    Abraços!

  3. Ela era maravilhosa mesmo. Na so linda, mas carismatica e talentosa. Adorei Ninotcka, que acho que ate comentei aqui. Mas o mais chic foi a Garbo ter saido a francesa da industria do cinema, sem estardalhaco e nao ter decaido e envelhecido em publico. Por isso lembramos dela como ela esta nessa foto: linda e fabulosa!
    beijao!

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