Filmes espanhóis são geralmente adoráveis. Mas este pecou pelo excesso. Lucía y el sexo do Julio Medem tem uma trama muito confusa e rocambolesca, as cenas de sexo são demasiadas e o filme é muito longo. Fiquei cansada e achava sinceramente que o filme não merecia um final feliz. Quanta pataquada, meudeusdocéu! Reconheci Najwa Nimri, a atriz de Os Amantes do Círculo Polar do mesmo diretor e um dos espanhóis que eu amei ver. A atriz Paz Vega, que faz Lucía, é a empregada mexicana chatonilda do Adam Sandler no desapontador Spanglish. Deve ser estranho para um ator ou atriz espanhol acabar fazendo papel de mexicano em Hollywood. Será este o preço do reconhecimento internacional?

4 thoughts on “Lucía y el sexo

  1. Ainda bem que vc avisou. Esse filme sempre aparece feito assombração me pedindo pra ser tirado no Netflix, no Canal Pago. E não sei porque na hora H eu não tiro. Talvez porque o título sinalize pra um filme meio vagabundo. E, sim, é um saco essa coisa de “latinidade”. Imagina só pros atores brasileiros, que nem espanhol falam e devem ser incluídos, segundo a industria de cinema, no mesmo saco das castanholas e do “olê”!

  2. E também é esquisito ver uma atriz espanhola fazendo papel de brasileira, né? Vide Penelope Cruz naquele filme com o Murilo Benício. Como é mesmo o nome do filme? Algo sobre Paixão…
    Beijocas

  3. Hallelluja!!!!!!
    Ohmaigudiness! que alívio, que alegria!
    Será então que somos nós duas que achamos esse filme over and over e faisandé?
    Conheço pessoas sensíveis, minhas maigas que escrevem extasiadas sobreo o blody film, mas eu queria encontrar palavras para dizer onde é o que o filme peca.
    Talvez na intenção de ser uma espécie de manual de liberação e desafiar a fronteira do erótico, seria isso?
    Não sei, mas também não tenho paciência de rever com olhos só críticas. Acho chato:-(
    Beijos, dearest F.
    M.

  4. Fer, veja só que coincidência: tinha assistido a “Lúcia e o Sexo” no cinema e o revi em dvd ontem. Gostei da primeira vez e ontem também. Não acho a trama confusa não; achei, isso sim, bem inteligente, criativa, brincando com tantas possibilidades, bem ao estilo do diretor (como aconteceu também em “Os amantes do Círculo Polar”). Também não esperava um final feliz, o que não deixou de ser uma surpresa (uma boa surpresa). Paz Vega está linda. Não vi “Spanglish”, mas pelo que você escreveu, ela com certeza merece papéis melhores. É isso. Abraço.

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