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A primeira vez que eu vi a Joan Blondell ela já era uma charmosa sessentona, dando as cartas no jogo de The Cincinnati Kid. Mas agora que estou vendo e revendo [e revendo, revendo, e revendo] os deliciosos musicais da década de 30 do Busby Berkeley, descobri a Blondell novinha, linda, sexy, um arraso. Nesses musicais ela nem sempre é a heroina, mas até canta um pouquinho. Uma fofa total!

4 thoughts on “Joan Blondell

  1. Cinema é a minha paixão, sou de 32 e acompanhei uma fase maravilhosa dessa arte. Adoro filmes em preto e branco, e tenho lembranças de filmes que me encantaram. Também meu marido viveu essa época e sente vontade de rever um filme de 1955 chamado Marguerite de la nuit, com Michelle Morgan. Aqui cidade de interior não se acha. Como vc indicaria à ele para chegar até esse filme? Tb no computador que dicas vc nos dá para maiores informações s/ o mesmo? nn/ agradecimentos, LIA.

  2. Que foto sexy! Eu achei que tava cortada, mas depois vi que era a banheira. Hehehehe. Essa história da censura é um tema que dá pra discutir um bocado, né? Eu acho que tem um lado “bom” (por incrível que pareça) na censura. Os caras tinham que ser mais criativos para dizer o que queriam sem serem óbvios. Tem vários exemplos legais (mas não lembro de nenhum agora…).
    Beijo

  3. Com certeza! 🙁
    Percebe-se isso muito bem vendo Gold Diggers of 1935 logo depois de Gold Diggers of 1933. Que diferenca! 1934 foi o ano em que o code entrou em vigor e deixou tudo chato e careta.
    Fer

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