Eu sempre fui fã da Bette Davis, isso não é novidade. E aí fica difícil gostar de Joan Crawford quando se lê tanta coisa sobre a rivalidade entre as duas. Mais ainda, sabendo da fofocada toda em torno das manias e obsessões de Joan, das suas neuroses e dos maus tratos aos filhos adotivos, a sensação de “não-gosto-dela” aumenta.
Entretanto é quase IMPOSSÍVEL não sentir uma certa atração por essa mulher tão forte e dominadora, com uma presença tão magnetizante, que se fez em Hollywood, sem grandes auxílios, saindo de uma família muito pobre e chegando a casar com “a realeza cinematográfica” (um dos Fairbanks) e evoluindo com tanto sucesso do cinema mudo para o sonoro (fato raro com pouquíssimos exemplos tão bem sucedidos).
Além disso, a beleza de Joan era incomparável. Tudo na sua aparência era muito estudado, muito preparado e, ao longo dos anos, foi se modificando e acabou ficando um tanto “monstruosa”. Mas ao olhar para fotos como as abaixo, não dá pra não dizer, “Nossa! Que linda!”

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Uma maneira fácil, fácil de conhecer mais sobre Joan Crawford é assistir a um documentário sobre ela, sem legendas, narrado pela Angelica Huston e cheio de depoimentos deliciosos, que está em 10 partes no divino canal You Tube. Clique AQUI para a primeira parte.

One thought on “The Crawford Effect

  1. ela era linda! mas tinha uma cara incrível de má, mesmo fazendo papel de boazinha. mais ou menos como a Davis. ;-))
    beijo,

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