o avental do John Wayne

John Wayne de avental John Wayne de avental
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O filme é fraquinho, fraquinho e tem até umas passagens um tanto cansativas. Também é cheio de clichês e de situações excessivas às quais não se pode dar crédito. Mas A Lady Takes a Chance [de 1943] é protagonizado por uma das minhas atrizes favoritas de todos os tempos—a talentosa e divertida Jean Arthur. Então aguentei assistir do começo ao fim, com John Wayne e tudo. Ele é um cowboy que se recusa a casar e ter uma vida confinada. Ela é uma garota da cidade grande, assediada por três pretendentes e que resolve tirar umas férias e viajar de ônibus pelo país. Tralalá-tralalá trelelé-trelelé, num belo dia o Jonh Wayne cai em cima dela num rodeio, ela se apaixona pelo brutamontes, perde o ônibus e hospedada num motelzinho prepara um jantar para ele, com flores na mesa, sobremesa, eteceterá. Ele detesta tudo que ela serviu, mas no final acaba na cozinha e numa situação constrangedora. Enquanto ela fala com ele, com aquela voz de marreca que era um dos maiores charmes dessa atriz, vai colocando um aventalzinho nele, para ele poder ajudá-la com a lavação da louça. Ele vai deixando ou nem percebe, até se ver na frente de um espelho. Não recomendaria esse filme pela qualidade da história, nem pelas atuações. A não ser que você seja fã da Jean Arthur, como eu sou. Ou do John Wayne, como eu nunca fui.

One thought on “o avental do John Wayne

  1. Mo, tudo bem por aí? Encontrei pra vender o “One From the Heart” do Coppola, não vejo a hora que chegue pra eu matar as saudades. Encontrei na Amazon.com.
    Fui ver o argentino “Dos Hermanos”, filme lindo, extremamente cativante, já foste? Os irmãos são fenomenais – ele principalmente. Na sexta fui ver o filme do Jabor – tirando umas cenas muito pesadas e que considerei nads a ver, do puteiro, mais umas cenas fortes duma garota maluca cujo pai estripava não-sei-o-quê, e cuja mãe era médium – papel desempenhado pela Maria Flor – o resto do filme é simplesmente encantador. Destaque especial para o Marcos Nanini, que está simplesmente perfeito no papel (me lembrou o Lewgoy, mas que interpretação!) Vemos um Rio da década de 50, que por pouco conheci (conheci o Rio da década de 60, eu era meninota, em Copacabana, visitando a prima que se iria casar). Beijos, saudades! Nega Lu

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